Vivemos uma Maçonaria Contemplativa, apoiando-nos apenas no passado.
Entendo, porém, que a Maçonaria não pode viver apenas do passado; tem que evoluir, dar um salto para o futuro, como em outras nações.
Mesmo diante das atuais circunstâncias, como Maçom, prezo a nossa Instituição por ainda apresentar sua total Universalidade, vencendo até mesmo as ordens paralelas. Seu estandarte, Fraternidade-Igualdade-Liberdade, abole sistematicamente o individualismo, a competitividade, o calculismo e as indiferenças sociais.
Nós, membros, somos uma Família que usa o
discretismo em nossos assuntos e caminhamos para a GRANDE FAMÍLIA UNIVERSAL.
É bom servir-se da memória e
relembrar tudo o que nos trás esperança, os tempos gloriosos de um passado de
lutas, conquistas; os grandes vultos que marcaram seus nomes com estiletes
afiados na sólida rocha da história.
Tudo serve para nos impulsionar á frente, rumo a um amanhã mais glorioso, à novas lutas, tendo os exemplos do passado como combustível que alimenta a esperança no exercício do bem fazer. Se conseguirmos ser realmente uma unidade, a Maçonaria estará se projetando para o futuro, e não só (como por vezes parece) a viver das memórias do passado.
Fazer dessa incursão ao
passado o caminho para uma finalidade maior, a de continuarmos sendo
infinitivamente mais presentes na atualidade em que vivemos, objetivando uma
Maçonaria contemporânea trabalhando por uma sociedade mais humana, usando
verdadeiramente nossa trilogia de LIBERDADE, IGUALDADE e FRATERNIDADE.
ORIENTE DE GUARULHOS, 12 DE NOVEMBRO DE 2013-11-23
IR.´. ANTONIO CLÁUDIO VENTURA, Gr.´.7 /I.M.E. 085257
BIBLIOGRAFIA:
Ir.´. JOSÉ VALDECIR DE SOUZA MARTINS, ARLS ACÁCIA PANTANEIRA 59-CLEMS - ORIENTE DE CAMPO GRANDE/MS (Google)

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