O verdadeiro maçom não está preso a um credo.


Ele percebe a presença da iluminação divina, e esta iluminação toma sua loja, toma sua vida.
O maçom emana em si e de si para o todo a expressão de uma religião universal: Cristo, Buda ou Maomé, assim é o maçom portador da luz, pois ele reconhece apenas a luz e não o portador que levou a iluminação antes de sua obra iniciar.
Ele adora a obra pois vê em cada Ir.´. um santuário, inclina-se diante de cada altar, seja no templo, na mesquita ou na catedral, percebendo com sua compreensão a mais verdadeira simbologia a unidade de toda verdade espiritual.
Os verdadeiros maçons sabem que no fundo somos um pouco pagãos, aqueles que mesmo tendo grandes ideais, não vivem de acordo com eles.

A busca por nossa melhor versão é o grande propósito e está em harmonia com os ideais maçônicos.
Norte, leste, sul e oeste estendem as diversidades do pensamento humano, e embora os ideais do homem aparentemente difiram, quando os falsos conceitos caem, a verdade básica permanece, trabalhando por um único meio e fim.
O Lapidar da pedra bruta, chegar, conquistar nossa melhor versão.

O verdadeiro maçom pode caminhar pelo caminho estreito, mas ele tem seu porto seguro, que é sua Loja, que é a mão do Ir.´., a mão do Ir.´. que representa a expressão divina de toda amplitude.

Não há lugar para mentes pequenas em uma grande obra.


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