O Maçom sabe, que em tempos de outrora, na estrutura social hierárquica de muitas sociedades, existiam os termos “nobre” e “plebeu”.
Termos esses que refletiam essa estrutura.
Com a “nobreza” ocupando um lugar de destaque e a “plebe” representando a maioria da população.
Termos que descreviam grupos de pessoas com diferentes posições e privilégios.
A nobreza, detinha poder, riqueza e status, enquanto a plebe representava o povo comum, com menos privilégios e poder.
Os nobres geralmente cheios de riquezas mil, sempre repletos de privilégios, ocupavam cargos de comandos, cargos administrativos e religiosos, detendo poder e riqueza.
Os plebeus eram, em geral, artesãos, comerciantes, camponeses e trabalhadores, que constituíam a maior parte da população, e que faziam toda a parte braçal, ou seja, executavam os trabalhos físicos, para manter os nobres.
Apesar de seu papel crucial para a sociedade, os plebeus eram desprivilegiados politicamente e socialmente.
A classe nobre, que era uma minoria, detinha o poder e os benefícios da sociedade, enquanto os plebeus, mesmo contribuindo com riqueza e trabalho, não tinham voz ativa na tomada de decisões.
Em vias de conclusão, dizem que: "Para bom entendedor, meia palavra basta".
Ou seja, qualquer semelhança com o que está acontecendo hoje na Maçonaria, não é mera coincidência.
Em resumo, a desigualdade existente/implantada, hoje, na Sublime Ordem Maçônica, não é acidental, ela é proposital, ela é estratégica.
E devido á isso, acredito que não se torna necessário ser prolixo, quando estamos a falar com pessoas que facilmente compreendem o assunto em questão, ou seja, não é preciso ser redundante ou dar informações excessivas.
Fora isso, quem entender, entendeu!
(M.'.M.'. Estelio Guimarães Cavalcante)
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