Immanuel Kant - vida e obra


Immanuel Kant é o grande pilar da filosofia alemã, tendo seguidores como Schopenhauer, Hegel e Ficht em seu panteão. 

Seu objetivo era tentar resolver questões que concebia o “vácuo” existente entre o racionalismo de Descartes e o empirismo de Locke.


Entre suas obras de destaque podem se exaltar “A História Universal da Natureza” e “Teoria do Céu”.

Em sua segunda fase, supera-se a letargia dogmática, e, a partir de leituras vorazes de Hume, Kant mergulha em novos pensamentos. A partir disso, ele irá escrever “A crítica da Razão Pura” e “Critica da Razão Prática”, de 1781 e 1788, respectivamente.

Contemporâneo à Revolução Francesa e à Independência Americana, o crítico Kant fez ponderações importantes sobre as movimentações. Escreveu sobre história, política , matemática, física e metafísica.

Principais conceitos defendidos 

Immanuel Kant revelava que o espírito pessoal (o que ele também chama de razão) coordena as sensações. Destas, as impressões dos sentidos externos e internos poderão ser apenas matéria prima destinada exclusivamente ao conhecimento.

A grande característica dos pensamentos que envolvem Kant está em seu julgamento estético e teleológico, onde estes se unem a fim de juntar os julgamentos empíricos e morais; unificando o sistema social como um todo.

É importante citar que Kant era um entusiasta do Iluminismo europeu e norte-americano – este último que desabrochava à época. 

Sob esta ótica, Immanuel Kant publicaria “O que é Iluminismo?”, em 1784.

Na ousada obra, o autor buscava sintetizar o homem como único desbravador de sua razão. 

Neste mesmo tempo, o homem deveria se desgarrar das menoridades a qual estava exposto.

A obra salienta a incapacidade do homem em fazer-se compreendido, além de destacar seu próprio entendimento pessoal enquanto ser. 

Seja feita assim, o homem estaria temendo por pensar, questionar e refletir, sobretudo por medo, preguiça ou covardia.

Segundo Kant, estes seriam os principais motivos de que o homem permanecesse em sua inferioridade como ser.

Referências: AZEVEDO, Gislane e SERIACOPI, Reinaldo. Editora Ática, São Paulo-SP, 1ª edição. 2007, 592 p.



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