Entre suas obras de destaque podem se exaltar “A História Universal da Natureza” e “Teoria do Céu”.
Em sua segunda fase, supera-se a letargia dogmática, e, a partir de leituras vorazes de Hume, Kant mergulha em novos pensamentos. A partir disso, ele irá escrever “A crítica da Razão Pura” e “Critica da Razão Prática”, de 1781 e 1788, respectivamente.
Contemporâneo à Revolução Francesa e à Independência Americana, o crítico Kant fez ponderações importantes sobre as movimentações. Escreveu sobre história, política , matemática, física e metafísica.
Principais conceitos defendidos
Immanuel Kant revelava que o espírito pessoal (o que ele também chama de razão) coordena as sensações. Destas, as impressões dos sentidos externos e internos poderão ser apenas matéria prima destinada exclusivamente ao conhecimento.
A grande característica dos pensamentos que envolvem Kant está em seu julgamento estético e teleológico, onde estes se unem a fim de juntar os julgamentos empíricos e morais; unificando o sistema social como um todo.
É importante citar que Kant era um entusiasta do Iluminismo europeu e norte-americano – este último que desabrochava à época.
Sob esta ótica, Immanuel Kant publicaria “O que é Iluminismo?”, em 1784.
Na ousada obra, o autor buscava sintetizar o homem como único desbravador de sua razão.
Neste mesmo tempo, o homem deveria se desgarrar das menoridades a qual estava exposto.
A obra salienta a incapacidade do homem em fazer-se compreendido, além de destacar seu próprio entendimento pessoal enquanto ser.
Seja feita assim, o homem estaria temendo por pensar, questionar e refletir, sobretudo por medo, preguiça ou covardia.
Segundo Kant, estes seriam os principais motivos de que o homem permanecesse em sua inferioridade como ser.
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