A maioria aponta e grita: É o diabo!
Mas e se eu te dissesse que
não é o que pensas?
Baphomet NÃO é o demônio, nem uma figura satânica.
Sua origem remonta a acusações falsas contra os Templários na Idade Média, quando a Igreja precisava de um inimigo.
O ocultista Eliphas Lévi representou-o séculos depois como um ser andrógino, meio humano, meio animal, para expressar uma mensagem que poucos entendem.
O que ele realmente representa?
A união dos opostos:
luz e escuridão, masculino e feminino, céu e terra.
O equilíbrio perfeito
entre corpo e espírito.
O conhecimento oculto que liberta quem
se atreve a procurá-lo.
Na sua testa,
o pentagrama direito
(símbolo de harmonia e proteção)
nos lembra que sua essência não é maligna.
Baphomet é um símbolo de transformação interior, um guardião de segredos, não um senhor do mal.
Sua aparência intimida porque esconde
uma verdade perigosa:
O verdadeiro poder
não está fora de você...
mas no equilíbrio
dos seus próprios opostos.
Acorda... nem tudo que parece escuro é inimigo, e nem tudo que brilha é luz!
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