Música, amor é a pedra filosofal!

 

Na cripta do silêncio da meia-noite, onde as rosas nunca morrem...
Encontrei a tua respiração no altar, um sussurro velado no céu.

Mãos maçom que esculpiram o quadrado, lábios rosicruzes de chamas,

Nossos votos inscritos nas sombras, mas proibidos na mesma.
Ó Azoth, sangra entre as nossas veias.
O fogo do Alchista, os restos do coração.
Os Gêmeos Tarô para sempre rasgados.
Entre o anoitecer e o amanhecer nupcial.

O amor é a Pedra Filosofal,

O segredo enterrado no osso.
O coração - eterno, trono carmesim,
Une a Shekhinah e a Alma sozinho.
No entanto, o destino decreta que nos separamos.
Chamas gêmeas devoradas pela escuridão.

Rosas imortais coroam o túmulo, as suas pétalas pingam vinho.

Uma noiva rosicruz adornada, mas nunca minha verdadeiramente.
Os Hieros Gamos chamam o nosso nome, o casamento das esferas,

Mas o céu véu o seu portão tremendo com lágrimas consagradas.

Através de Sephiroth nós escalamos em vão.
Através de cada degrau de amor e dor.
O fogo sagrado, o sopro da serpente,
Nossa união selada em morte viva.

O amor é a Pedra Filosofal,
O Magnum Opus esculpido em osso.
O coração transfigurado, carne em chamas,

No entanto, Deus nega o que nos tornamos.
Ainda nas ruínas, ainda nos separamos.
Chamas gêmeas que queimam um coração partido.
Ó Divindade cruel, que esconde o Teu rosto na névoa...

Porquê abençoar o beijo e amaldiçoar os lábios que beijaram?

Se o Amor é a Pedra, então o Amor é a sepultura,
E nós - duas faíscas que a noite não pôde salvar.

O amor é a Pedra Filosofal,
Uma relíquia que ninguém chamará de sua.

Filho maçom, noiva rosicruz...
Sepultados juntos, mas negados.
A Shekhinah chora, os céus gemem...
Pelo amor eterno - ainda sozinho!
“Azoth... coração eterno...
Nossas rosas florescem em sombras...
E nunca ao sol. ”

Romance,por Karlo Luebbert
Artista M:. O:. O:. N:.
Álbun : Alchemical Romance

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