A Maçonaria se posiciona contra o uso de drogas, tanto lícitas quanto ilícitas, e tem se manifestado publicamente e realizado ações para combater a dependência química.
Os princípios maçônicos valorizam a moderação e o combate aos vícios, que são considerados prejudiciais ao desenvolvimento pessoal e social.
Posição e projetos da Maçonaria
Combate aos vícios: A Maçonaria prega a moderação e considera o vício, por excesso ou deficiência, um obstáculo ao crescimento do indivíduo.
Projetos antidrogas: Desde pelo menos o início dos anos 2000, o Grande Oriente do Brasil (GOB) encampou e promoveu o "Projeto Maçonaria Contra as Drogas", com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os perigos da dependência química.
Prevenção: As iniciativas maçônicas enfatizam a importância da prevenção, pois consideram que o melhor combate ao uso de drogas é a conscientização e a informação. O foco não se restringe às drogas ilegais, mas também ao abuso de álcool e tabaco, que causam grandes problemas de saúde.
Manifestos: Entidades maçônicas no Brasil, como a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e o GOB, já publicaram manifestos contra a legalização de drogas, reforçando sua posição contrária.
Conspirações e alegações
A recuperação não acontece em isolamento.
ResponderExcluirO dependente químico precisa de um ambiente que o sustente, mas não que o sufoque.
E é aí que o papel do codependente saudável se torna vital.
Um codependente em desequilíbrio tenta salvar, controlar e prever cada passo movido pelo medo e pela culpa.
Um codependente saudável, ao contrário, compreende seus limites.
Ele aprende que amar não é invadir, cuidar não é substituir, e presença não é prisão.
Sua força está no equilíbrio:
saber quando acolher e quando se afastar,
quando ouvir e quando silenciar,
quando oferecer ajuda e quando deixar que o outro enfrente as consequências de suas escolhas.
O codependente saudável é o ponto de estabilidade em meio ao caos.
Ele não alimenta a doença sustenta a recuperação.
Não carrega o outro caminha ao lado.
E, ao fazer isso, cura não apenas quem ama, mas também a si mesmo.
Gabriela Abdalla.