Por que nos sentimos bem ao fazer o bem?
A ciência explica.
A prática de atos de generosidade ativa o sistema límbico, um conjunto de estruturas presente no cérebro que desencadeia a liberação de neurotransmissores como dopamina, serotonina, ocitocina e endorfina.
Mecanismos biológicos e sociais justificam a sensação positiva vivida por quem prática de atos de generosidade, que ativa o sistema límbico, um conjunto de estruturas presente no cérebro que controla comportamentos ligados à nossa sobrevivência, que desencadeia a liberação de neurotransmissores como dopamina, serotonina, ocitocina e endorfinas, como explica o psicobiólogo Ricardo Monezi, pesquisador de fisiologia do comportamento da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
"Essa liberação de neurotransmissores tem efeitos em muitos sistemas. Pesquisas já comprovaram efeitos positivos, como melhora de dores crônicas, como a fibromialgia, e benefícios ao sistema cardiovascular, além da sensação de felicidade e realização", diz.
E quanto mais se pratica o altruísmo, maior é a vontade de continuar a praticar, avisa o psicobiólogo.
"Há um sistema de recompensa que deixa a pessoa viciada nessa boa sensação.
Por isso, ela tende a ficar cada vez mais generosa.WhatsApp
Comentários
Postar um comentário