Ensinar-te-ão inglês.
Talvez te ensinem espanhol.
Mas nunca te ensinarão a linguagem subjacente
a todas as línguas.
Simbolismo oculto.
Porque os símbolos não falam superficialmente;
Eles falam com o subconsciente, o astral, o templo interior.
Antes da humanidade falar por palavras, nós falávamos por imagens.
Círculos.
Cobras.
Encruzilhadas.
Sóis.
Luas.
Chaves.
A mente pensa primeiro em símbolos;
as palavras vêm depois.
Um símbolo é um sigilo. Uma verdade condensada.
Uma frequência embrulhada em forma.
É por isso que os impérios esculpiam obeliscos, não ensaios.
Por que as catedrais estão codificadas com geometria?
Por que o Olho observa das pirâmides.
Por que a serpente se enrola na raiz de cada mito da criação?
Os símbolos contornam a lógica e entram pela porta traseira da consciência.
Eles ativam a memória, não o intelecto.
Desperte o reconhecimento, não a crença.
O triângulo aponta para cima:
fogo, vontade, ascensão.
O triângulo aponta para baixo:
água, útero, descida.
O Sol:
a consciência tornou-se visível.
A Lua:
reflexo, ilusão, o espelho do subconsciente.
A serpente que morde a cauda:
eternidade, autocriação, o ciclo do vir.
Quando você contempla um símbolo, algo antigo se comove.
As vias neurais estão alinhadas.
Emoção, percepção e intenção são sincronizados.
É por isso que ensinam letras, mas escondem glifos.
Por que eles permitem a linguagem mas suprimem
a alfabetização simbólica?
Porque uma vez que lês símbolos,
lês a realidade.
E uma vez que você consegue ler a realidade...
Você não pode mais ser programado por ela.
O oculto nunca foi sobre escuridão
Era sobre o que estava escondido a olho nu.
Quem vê símbolos por todo o lado
Não estão imaginando coisas.
Eles estão se lembrando.
Lembrando da linguagem que você conhecia
antes de ser ensinado a esquecer.
Antes das palavras serem usadas para limitar o significado.
Antes que as definições se tornassem gaiolas.
Porque uma vez que o olho se abre aos símbolos, nunca mais se fecha.
Os cartazes tornam-se rituais.
Logotipos tornam-se furtivos.
Arquitetura vira feitiços.
A história se torna um manuscrito codificado em vez de uma linha do tempo.
Você começa a perceber como
a realidade fala em padrões.
Como a repetição é ritual.
Como a atenção é moeda comum.
Como a crença é o altar.
E é por isso que o conhecimento simbólico foi rotulado como "escondido".
Não porque fosse ruim, mas porque funcionava.
Iniciados não precisam de permissão.
Eles não precisam de consenso.
Eles não precisam de acreditar nisso.
Eles lêem nas entrelinhas.
Sentem a corrente subjacente à narrativa.
Eles descodificam o mundo em vez de reagirem a ele.
Uma vez que você entende a linguagem dos símbolos,
Nada é aleatório.
Nada é acidental.
Nada é sem sentido.
Você não está mais sozinho no mundo.
Você está lendo.
E com o tempo...
você lembra como responder!
Lizz Marion
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