Você foi ensinado a duvidar da sua intuição,
para justificar o que doía, chamar exagero ao que era um limite saudável.
Sempre que você levantou a voz, te devolviam silêncio, ironia ou punição emocional.
E assim você aprendeu que incomodar era perigoso.
Não estavas a pedir muito.
Você estava pedindo o mínimo...
em um lugar onde o mínimo nunca foi uma opção.
A confusão não foi um erro.
Foi uma técnica.
Porque quando alguém faz com que você se sinta culpado por exigir respeito, não precisa mais ultrapassar limites:
você mesmo começa a apagá-los.
E isso não é amor, nem má comunicação.
É controle disfarçado de ligação.
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