Conta-se que um jovem Aprendiz, caminhando por uma estrada ladeada por colunas inacabadas, encontrou um ancião sentado sobre uma Pedra Bruta.
O ancião segurava um espelho de prata em uma das mãos e um cinzel de ouro na outra.
"O que vês no espelho?" perguntou o jovem.
O ancião respondeu: "Vejo o Passado. Ele é como o rastro deixado por um navio no oceano; não pode mais guiar o leme, mas indica se a rota foi reta ou tortuosa."
O Aprendiz, então, olhou para a frente e viu uma névoa densa.
"E o meu Destino? Por que está oculto?"
Nesse momento, o ancião tocou o peito do jovem com o cinzel e disse:
"O Destino não é um mapa já desenhado, mas o Templo que tu ergues hoje. A Consciência é a Luz do Meio-Dia que dissipa a névoa. Se usares o Esquadro para retificar tuas ações agora e o Compasso para medir teus desejos, o amanhã deixará de ser um mistério para se tornar uma construção sólida."
A lição é clara: O passado nos deu a pedra, a consciência nos dá a ferramenta, e o destino será a obra final entregue ao Grande Arquiteto do Universo.
Reflexão
Não somos apenas o que fomos; somos a vontade constante de sermos melhores do que ontem.
A verdadeira Maçonaria se faz no silêncio do autoexame e no barulho do trabalho justo!
Comentários
Postar um comentário