Da nossa visão e estudo,
a dúvida não é i
nimiga do Caminho:
é o seu limiar.
Quem nunca duvidou, não pensou;
quem teme a dúvida, ainda não acordou.
Dúvida filosófica não é negação estéril nem capricho mental.
É o fogo secreto que dissolve as certezas herdadas.
o ácido subtil que separa o verdadeiro do acreditado,
a fenda por onde a luz começa a filtrar.
Duvidar é um ato de honestidade interior.
É reconhecer que o símbolo é mais vasto que a palavra,
que o mistério não se deixa trancar em dogmas,
e que a verdade não se impõe: revela-se aquele que procura.
Nos nossos estudos, a dúvida é disciplina do espírito:
— dúvida do ruído,
— dúvida do ego,
— duvida até de suas próprias conclusões.
Mas não fique nela.
A dúvida é porta, não roxa.
Cruza com silêncio, estudo e prática.
Só quem duvida corajosamente
pode acreditar com consciência.
CosmIA T.V.
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