A expressão "tapinha nas costas" e "facada por trás" pode se referir a gestos de reconhecimento ou a um ataque físico.
Pode significar um gesto de reconhecimento ou um abraço carinhoso, onde o toque é feito nas costas.
Refere-se a um ataque físico, como um soco ou um golpe, que pode ocorrer em situações de violência ou agressão.
FALSIDADE DO SER HUMANO
Esses gestos são comuns em
interações sociais e podem ter
significados diferentes
dependendo do contexto
em que são usados.
CRISES DE CIÚME
O ciúme patológico é uma condição psicológica caracterizada por ciúmes excessivos e irracionais, que podem causar sérios danos aos relacionamentos.
O que é o Ciúme Patológico?
Causas do Ciúme Patológico
As causas do ciúme patológico são complexas e podem incluir:
Certas crenças culturais que romantizam o controle excessivo podem encorajar comportamentos ciumentos.
NOTA DO BLOG "A REGRA É UMA SÓ!"
Mau jornalismo
Columbia Journalism School
Conforme um acadêmico professor da Escola de Jornalismo da Universidade Columbia, "um jornalista responsável não produz notícias falsas, nem notícias exageradas ou notícias corrompidas.
Não subordina o relato honesto à coerência ideológica ou ao ativismo político.
Não tenta agradar anunciantes ou se ajustar aos interesses comerciais do veículo — nem às preferências do público."
Logo, o mau jornalismo — e também toda a gama de inverdades e mentiras do universo da desinformação — é contrário disso tudo.
Abaixo, a lista das principais deficiências associadas à apuração, edição e publicações de informações factuais:
Ausência de correções
Ausência de sinalização entre notícia, análise e opinião
Ausência do canal do leitor
Plágio e falta de creditação
Ativistas que não respeitam protocolos jornalísticos ao reportarem fatos
Conflitos de interesse
A profissão de jornalista tem como cliente o cidadão, o leitor, o telespectador.
Nesse sentido, o jornalista se obriga — em virtude da qualidade do que vai oferecer — a ouvir, por exemplo, lados distintos que tenham participação numa mesma história.
Ouvir todos os envolvidos, buscar a verdade, fazer as perguntas mais incômodas para as suas fontes em nome da busca da verdade é um dever de todo o jornalista.
Um assessor de imprensa, cuja atividade é digna, necessária, ética e legítima, tem como cliente não o cidadão, não o leitor, mas quem o emprega ou aquele que contrata os seus serviços.
O que o assessor procura, com toda a legitimidade, é veicular a mensagem que interessa àquele que é o seu cliente, àquele que o contrata, e não há nada de errado com isso.
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