A estrutura da cruz cristã nada mais é do que a implantação bidimensional de um cubo tridimensional, uma assinatura geométrica que codifica a âncora do ser ao plano material sob o domínio do tempo.
Este cubo representa a frequência de Saturno, o regente da ordem e da limitação, cuja influência exige uma liturgia de sacrifício constante para sustentar a estabilidade da rede energética que rodeia a Terra.
A dívida com esta entidade é liquidada através do sangue, um fluido que age como a moeda de troca nos rituais de comando, manifestando-se na simbologia das ordens de cavalaria e das instituições de socorro global que carregam a marca do vértice.
Da figura de Nimrod ao Vaticano e à Cruz Vermelha, a repetição do selo templário e da cruz de Malta nas vestes do poder confirma que habitamos um sistema projetado pelos mesmos arquitetos para colher a força vital da humanidade sob o véu da fé e caridade.
Você conseguirá identificar
o motor de frequência
que opera por trás dos símbolos
que você considera sagrados
ou continuará alimentando
com sua energia
a grande engrenagem de Saturno?
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