SEMPRE LEMBRANDO QUE A MAÇONARIA NÃO É UMA RELIGIÃO...
De família trabalhadora, morou fora dos centros de poder.
Por volta dos 30 anos de idade, reuniu um grupo de amigos – e amigas – e passou a ensinar verdades eternas a um povo dominado pela política local, religiosa e imperialista.
Pelo contrário, o Nazareno decepcionou alguns seguidores justamente por não aderir à política vigente.
Pela descrição, sabemos que se trata de Jesus, seguido por multidões na distante Palestina.
E qual era o partido que lhe dava sustentação e que o Carpinteiro de Nazaré defendeu em suas pregações?
Os saduceus, fariseus, escribas, zelotes, herodianos ou essênios – para citar alguns agrupamentos político-religiosos daquele tempo?
Não. Nenhum deles.
Ele optou por obedecer ao Pai.
Ensinou a Palavra de Deus longe dos centros de poder. Criticou o erro.
Apregoou a paz.
Curou vidas quase destruídas.
Restaurou esperança.
Alimentou a fé.
E deu sentido eterno ao amor a Deus,
a si mesmo e ao próximo.
Isto o levou à prisão e à morte pelo sistema.
Se Jesus agiu dessa forma, por que hoje se prega política partidária nos púlpitos, semeando intransigências e até planos de assassinatos?
Se Jesus agiu dessa forma, por que hoje se prega política partidária nos púlpitos, semeando intransigências e até planos de assassinatos?
Afinal, pastor ou padre são vocacionados
para serem cabos eleitorais?
Igreja é puxadinho de partido político?
O povo de Deus é curral eleitoral?
O reino dos céus se conquista com filiação ideológica?
Pense e reflita, pois quem quer participar de comício e bajular candidatos em suas redes sociais, fique à vontade – porém longe do culto ou da missa, para que ninguém sinta mais esse maldito nojo do púlpito que vira palanque eleitoral.
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