Durante séculos, o conhecimento
foi considerado tão perigoso
quanto uma arma.
A Igreja, temendo ideias que pudessem questionar a fé, o poder ou a verdade estabelecida, criou uma lista secreta — e temida — de textos que nenhum crente deveria ler.
Os 7 livros proibidos pela Igreja
Ele afirmou que a Terra não era o centro do universo, mas que girava em torno do Sol. Essa ideia contraria diretamente a interpretação bíblica dominante e abalou os alicerces do poder religioso.
Defendia o modelo heliocêntrico de Copérnico. Sua publicação levou Galileo a ser julgado pela Inquisição e forçado a retratar publicamente.
Propôs a teoria da evolução, desafiando a ideia da criação divina literal. Foi visto como uma ameaça direta ao relato bíblico da origem do ser humano.
Defendia que o poder não vinha de Deus, mas do povo. Esta ideia era extremamente perigosa para as monarquias e para a autoridade religiosa.
Uma sátira mordaz contra o otimismo religioso e a autoridade eclesiástica. Ridicularizava a ideia de que todo sofrimento tinha um propósito divino.
Embora hoje pareça inofensivo, foi censurado pela sua crítica social, pela sua visão compassiva dos pobres e pelo seu questionamento da moral institucional.
Separava a política da moral cristã. Ensinava que o poder podia ser mantido por engano e força, algo considerado profundamente imoral.
A maioria destes livros hoje são estudados em escolas e universidades...
Mas durante séculos, lê-los podia custar-lhe a fé,
a liberdade ou até a vida.
A pergunta final:
Se o conhecimento foi proibido...
Foi para proteger a fé, ou para proteger o poder?
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