Na Maçonaria, a palavra não é apenas som pronunciado — é compromisso assumido diante da própria consciência.
O verdadeiro Maçom compreende que sua palavra é reflexo direto do seu caráter. Ela carrega o peso da honra, da lealdade e da responsabilidade.
Desde os primeiros graus, aprendemos que o homem deve ser justo e reto como o Esquadro, e firme como a Pedra bem talhada.
Assim também deve ser sua palavra:
alinhada à verdade, polida pela prudência e sustentada pela integridade.
O Maçom não promete levianamente, pois sabe que cada promessa é um vínculo moral.
A palavra empenhada vale mais que qualquer contrato escrito, pois nasce de um juramento interior.
Quando um Maçom fala, fala com consciência; quando promete, cumpre; quando afirma, sustenta.
Seu compromisso não depende de vigilância externa, mas da vigilância constante de sua própria honra.
Nos ensinamentos maçônicos, aprendemos que o silêncio também é virtude.
Saber quando falar e quando calar é prova de sabedoria.
A palavra deve edificar, orientar e unir — jamais dividir ou ferir.
Assim, o valor da palavra de um Maçom está na coerência entre o que pensa, o que diz e o que faz.
Pois mais importante do que parecer justo
é ser justo; mais importante do que falar sobre virtudes é praticá-las diariamente.
A palavra do Maçom é, portanto, um selo de confiança — e sua honra é o seu maior patrimônio.
M.M Paulo Moraes
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