Aquele que mais fala sobre sua vida pessoal, é aquele que mais se identifica com seu ego (seu "eu") e precisa de reconhecimento.
O ego desse tipo de pessoas precisa constantemente ser reconhecido, aceito e elogiado.
Quando reconhecido e louvado, então o ego infla como um balão, e daí o perigo de surgir a soberba.
É muito importante prestar atenção a este tipo de eventos do ego, pois eles levam ao sofrimento.
Quando o ego de um ser humano, não obtém reconhecimento, cai em um estado de frustração e baixa autoestima.
Ele se sente pouco valorizado pelos outros e pode desencadear em uma depressão.
Também pode desencadear estados de raiva, rancor e agressão.
É importante observar este ponto sobre o ego, perguntar a si mesmo "Faço isso para que os outros me elogiem e me reconheçam?
Estou falando da minha vida pessoal para chamar a atenção dos outros e receber elogios? ".
Quando você fizer as coisas pelo que os outros vão dizer, ou quando falar da sua vida pessoal, apenas para receber reconhecimento, lembre-se que é o seu ego que está controlando você, você é presa da sua própria identificação com o seu "eu", e não tem liberdade de Ser.
Aquele que, pelo contrário, nunca fala da sua vida pessoal, é o tipo de ser que não vive do ego, já que o transcendeu.
Não está identificado com o seu "eu", portanto o ego não pode manipulá-lo.
É um Ser Consciente e humilde, que apenas centra a sua atenção no momento presente, em ouvir os outros e em transmitir aqueles aspectos que considera importantes para o bem de todos os seres, sem qualquer desejo de reconhecimento...
Esse tipo de pessoa é um ser livre, sem o fardo do ego.
Uma maneira muito fácil de detectar esse tipo de pessoas é a seguinte:
No caso da pessoa que busca ser reconhecida,
quando não consegue reconhecimento,
automaticamente fica irritada e exclui você da sua vida.
Isso é viver de ego.
No caso da pessoa que não busca reconhecimento, quando não consegue, não há mudanças no seu humor, pois está totalmente focado na sua essência, e não há ego.
Não há ego, não há carência e, portanto, não há desejo nem necessidade.
Ele já é um ser livre.
E simplesmente flui com o que é.
Isto é viver do Ser.
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