Vamos nos aproximar do Oriente de nossos próprios corações!
Vivemos em um mundo de ruídos, onde o som do malho batendo na pedra bruta muitas vezes é abafado pelo clamor das discórdias desnecessárias.
Olhamos ao redor e vemos templos de carne e osso ruindo por futilidades, por vaidades que não caberiam em um avental de aprendiz e por divisões que a verdadeira Geometria jamais traçou.
Talvez um dia estabelecermos a paz.
Mas essa paz não virá de decretos externos ou tratados assinados com tinta.
Ela surgirá quando decidirmos, finalmente, que a nossa Religião Universal é o Amor. 
O Cinzel da Tolerância
e o Nível da Igualdade
Recuperar os valores dentro da harmonia exige coragem.
Exige entender que:
As nossas diferenças não são muros, mas as diferentes cores que compõem o Pavimento Mosaico da existência.
A verdadeira luz não ofusca o brilho do próximo; ela se soma a ele para dissipar as trevas do mundo.
Onde há amor, a crítica ácida perde o corte e o abraço fraternal ganha força de coluna inabalável.
Precisamos parar de brigar pelo "meu" e pelo "teu" e focar no "nós".
A harmonia não é a ausência de opiniões diferentes, mas a presença do respeito soberano.
É saber que, apesar das tempestades profanas, dentro do nosso Templo interior, o fogo sagrado da fraternidade deve permanecer incólume.
Que possamos ser pedras polidas que se encaixam perfeitamente na construção da Humanidade, sem arestas de ódio ou rebarbas de intolerância.
Que o nosso único dogma seja a caridade e nossa única fronteira seja o horizonte do bem comum.
Talvez esse dia seja hoje...
Basta que cada um de nós decida que a paz vale mais do que ter razão em uma discussão vazia.
Que o amor seja a nossa palavra de passe e a harmonia o nosso eterno refúgio.
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