A Maçonaria sob a orientação eterna do Grande Arquiteto do Universo, convida-nos a meditar com reverência sobre a independência sagrada da nossa augusta Ordem em relação ao mundo profano.
Nestas reflexões, elevamos a luz da verdade maçônica acima das ilusões mundanas.
Maçonaria não se submete ao domínio do mundo profano. Na nossa era, herdeiros da tradição grecolatina, concedemos privilégio ao discurso, ao debate e à palavra, convencidos de que remetem diretamente para a realidade.
As instituições que regem a vida pública e privada — poderes estatais, religiosos, militares, acadêmicos, sindicais, bancários e comerciais — representam facetas distorcidas de uma ordem baseada em enganos verbais.
A existência moderna gira em torno
da crença de que a palavra
é fiel representante do real.
Homens e mulheres resolvem seus conflitos recorrendo a estas estruturas estabelecidas, como se não houvesse outra forma de ser.
Nomes próprios, fronteiras nacionais, credos e nacionalidades nascem de acordos verbais transcritos em documentos, impostos por convicção colectiva e, por vezes, infelizmente sob coação.
Estas convenções, linhas imaginárias ou rótulos arbitrários, são cumpridas por milhões e sancionadas com rigor. A vida profana acontece assim em conversas perpétuas, fixadas em papéis ou telas digitais.
Em contraste, o maçom rompe com este império ilusório da palavra institucionalizada.
Nossa Ordem não é uma instituição rígida, mas uma associação livre, liberada de sugestões massivas e correntes profanas.
O irmão se afasta dos dogmas externos para abraçar a Razão Humanista, percebendo a trivialidade das palavras e entrando resoltamente na Verdade Direta.
Ao começar maçom, abandona o mundo profano para contactar o Grande Arquiteto do Universo, continuando a conviver fraternalmente com aqueles que permanecem no mundo profano.
Seu retorno é para servir a humanidade e resgatar livres pensadores presos em religiões ou academias científicas dogmáticas.
Por isso, o maçom suscita suspeitas no seu antigo ambiente: é acusado de controlar ocultamente, quando na verdade liberta consciências.
Como disse Cristo Tekton: "O meu reino não é deste mundo" (João 18:36).
"A maçonaria é livre de dogmas profanos; ensina a verdade eterna através de símbolos, elevando o homem acima das instituições mundanas para a luz divina".
"A Ordem Maçônica transcende o mundo profano, libertando o iniciado de ilusões verbais para contemplar a pura realidade espiritual".
"O maçom rompe com convenções ilusórias do profano, abraçando a liberdade interior que o une ao Grande Arquiteto além das palavras e estruturas".
Ideias maçônicas nos revelam que temas como "maçonaria e mundo profano" enfatizam tendências de independência entre o profano e o iniciático (não política corrupta, nem religiosa sectária), com ênfase na tolerância e razão humanista (Constituições Anderson 1723).
Em debates modernos, a "liberdade maçônica" é contrastada com o controle social digital (algoritmos, narrativas mediáticas), posicionando a Ordem como refúgio de pensamento livre.
Essa visão reforça a maçonaria como um caminho único para transcender ilusões coletivas, promovendo fraternidade autêntica na era da polarização.
Alcoseri
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