Livre para escolher
palavras, gestos e silêncios.
Livre para decidir o que faz quando ninguém vê.
Livre para semear amor ou indiferença.
Verdade ou conveniência.
Consciência ou fuga.
Mas a colheita não negocia.
Ela chega, sem pressa e sem atraso.
No tempo exato em que a consciência
já não consegue fingir.
Justiça não é castigo.
É revelação.
É a vida devolvendo aquilo que foi oferecido, na mesma vibração e na mesma raiz.
Não adianta pedir misericórdia ao fruto.
Ele só responde à semente.
O livre-arbítrio escolhe o caminho, a justiça escolhe o retorno.
Por isso tanta gente se revolta com a vida.
Sem perceber que está apenas
se encontrando consigo mesma.
Nada vem de fora sem ter nascido antes por dentro.
O espiritual não pune.
Ele educa.
Ensina pelo espelho e amadurece pelo tempo.
Mostra no agora aquilo que foi construído no antes.
Nada acontece por acaso.
Nem a dor que aperta, nem a paz que visita.
Tudo tem origem.
Tudo tem causa.
Tudo carrega sentido,
mesmo quando a mente resiste.
Plantar é um ato silencioso.
Colher é um ato público.
Por isso,
cuide do que você coloca no mundo
quando acha que ninguém está vendo.
A vida vê.
O espírito registra.
E a justiça responde.
Cedo ou tarde!
Com precisão!
Sem erro!!
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