Mudar de ideia não é fraqueza.
Fraqueza é insistir no que não funciona só para proteger o próprio ego.O mercado ainda trata a mudança de opinião como sinal de indecisão, quando na verdade é uma das marcas mais claras de maturidade intelectual.
Persistir em uma tese mesmo depois que os dados mudam não é firmeza.
É teimosia travestida de convicção.
Líderes que têm medo de rever posição acabam criando culturas onde o aprendizado é punido e a evolução vira risco.
Aprender exige abrir mão de certezas.
Aprender exige abrir mão de certezas.
Exige questionar o que já foi confortável.
Exige reconhecer que aquilo que funcionava ontem pode não sustentar o amanhã.
Em ambientes de alta complexidade, a capacidade de atualizar a própria visão é uma competência estratégica, não um defeito de personalidade.
Organizações que entendem isso constroem times mais criativos, mais críticos e mais preparados para lidar com a velocidade das transformações.
A pergunta que incomoda é simples:
A pergunta que incomoda é simples:
quantos líderes você conhece que preferem manter uma decisão errada a admitir que precisam mudar?
Quantas empresas perdem tempo, dinheiro e gente talentosa por insistirem em práticas que já demonstraram não gerar resultado?
Crescimento não acontece no campo da inflexibilidade.
Crescimento acontece no movimento.
No ajuste.
Na reorientação.
Mudar de ideia não diminui ninguém.
Diminui quem se recusa a aprender.
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