Não necessariamente.
Depende do uso
que fazemos do livre-arbítrio.
Somos Espíritos que já encarnou muitas vezes.
Cada um carrega em sua memória espiritual o que fez de bom e de ruim.
Um casal pode ter dez filhos, mas apenas fornece os corpos.
Os Espíritos que habitam cada um deles trazem bagagens completamente diferentes.
Por isso um irmão não é igual ao outro.
Reencarnar com determinadas pessoas não é acaso.
Encontramos amigos do passado para trabalhos edificantes e inimigos para nos reconciliar.
Pais, mães e filhos frequentemente carregam vínculos de outras existências, de amor ou de débito, que precisam ser resolvidos.
A epigenética moderna confirma que comportamentos não são apenas herança genética.
O ambiente, as escolhas e os estímulos que recebemos alteram a expressão do nosso DNA.
A ciência derruba o fatalismo que o senso comum insiste em manter.
Para o Espiritismo, a frase "pau que nasce torto morre torto" simplesmente não existe.
O Espírito que nasce com más inclinações pode se modificar, desde que se predisponha a vivenciar o Bem, sufocando o Mal.
Nascemos para evoluir,
não para repetir.
Os filhos não têm os pais que merecem, mas sim os que necessitam para crescer.
Se os pais não são os que idealizamos, é porque devemos observar seus erros e fazer diferente, sempre melhor.
Aproveitemos a oportunidade de nascer
e façamos a nossa parte.
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