A SEXTA-FEIRA SANTA NA MAÇONARIA

A Sexta-feira Santa — dentro de uma leitura simbólica que pode dialogar com a visão da Maçonaria — não é celebrada como um rito oficial maçônico, mas pode ser compreendida como um momento profundamente reflexivo.

Na Maçonaria, que não é uma religião, mas uma escola de filosofia moral e simbólica, datas como essa são vistas sob um prisma universal e iniciático. 

A Sexta-feira Santa, que recorda a morte de Jesus Cristo, pode ser interpretada como um símbolo poderoso de:

1. Sacrifício e renúncia
Representa o abandono do ego, das paixões inferiores e das imperfeições — um tema central no trabalho interior maçônico.

2. Morte simbólica
Assim como em diversos graus e ritos maçônicos, a ideia da “morte” não é literal, mas sim a morte do homem velho para o renascimento de um homem regenerado.

3. Silêncio e introspecção
A Sexta-feira Santa é marcada pelo silêncio — algo muito valorizado na Maçonaria como ferramenta de autoconhecimento.

4. Justiça e incompreensão humana
A condenação de Cristo pode ser vista como uma reflexão sobre os erros das sociedades, os julgamentos precipitados e a necessidade de aperfeiçoamento moral da humanidade.

5. Esperança na regeneração
Embora a Sexta-feira represente dor e queda, ela aponta para a transformação — um prelúdio da renovação (que, no simbolismo cristão, virá na ressurreição).


Síntese
Para o maçom, a Sexta-feira Santa pode ser entendida como um convite à meditação profunda: 

Morrer para os vícios, renascer para a virtude, lapidar a própria pedra bruta e caminhar em direção à luz.

Ulasan

  1. Nesta Sexta-feira Santa os cristãos católicos celebram a Paixão e Morte de Jesus Cristo.

    Em memória ao dia em que Jesus foi entregue, condenado, julgado, crucificado e, na cruz, morreu. A data é uma das mais importantes para os fiéis e vem acompanhada de alguns costumes. O mais comum deles é a abstinência de carne.

    São dois dias no ano em que a Igreja orienta os fiéis a não comer carne: Sexta-feira Santa e Quarta-feira de Cinzas.

    Estes são dias de jejum e penitência mais intensa.

    A carne é um alimento mais sólido, para sentir fome mais rápido, abstêm-se desse alimento em um sacrifício maior.

    “O sacrifício é um gesto de liberdade interior, de mostrar que quem manda na nossa vida somos nós, não os nossos desejos”., detalha o coordenador de Pastoral da Diocese de Criciúma, padre Jonas Emerim Velho. Quem é católico já sabe: Sexta-feira Santa é dia de peixe.

    Além do jejum, a penitência também é realizada fisicamente. É costume dos católicos caminhar longos trajetos a pé ou realizar outras formas de “punição”, indicando arrependimento por seus pecados.

    A Celebração da Paixão também é prática comum durante a data. “Neste dia, a Igreja Católica, em nenhum lugar do mundo celebra missas. Por isso, existe a Celebração da Paixão, que é um ato litúrgico de ouvir a Palavra de Deus, adorar a Santa Cruz com o beijo ao Cristo crucificado e receber a comunhão”, explica o coordenador Diocesano.

    “Devemos carregar nossa cruz de cada dia como um caminho de amadurecimento e santificação”.

    Celebrada por todos os católicos, a Sexta-feira Santa é uma data comum para a Igreja Católica.

    Mas nem todos os fiéis conhecem o motivo da sua importância.

    É o dia que os cristãos fazem memória da morte de Jesus Cristo.

    BalasPadam

Catat Ulasan