Eliphas Levi afirma que o Tarô não é um simples jogo de cartas, mas a chave universal das artes mágicas, de todos os antigos dogmas religiosos, da Cabala e da Bíblia.
Para ele, este livro hieróglifo é a bíblia primitiva e inspiradora dos povos antigos. Levi explica que as 22 cartas ou “chaves” maiores do Tarô correspondem às letras do alfabeto hebraico primitivo e que, juntamente com as 10 emanações (Sefirot), compõem as “trinta e duas vias da ciência absoluta” .
Ele descreve o Tarô como uma “máquina filosófica” que impede o espírito de se perder; é, nas suas próprias palavras, “a matemática aplicada ao absoluto” e “a aliança do positivo com o ideal”.
Devido à precisão analógica de suas figuras e números, todas as combinações possíveis desta chave revelam oráculos exatos de ciência e verdade.
Levi avisa que, sem o conhecimento do Tarô, a magia dos sábios antigos seria um livro fechado para nós e seria impossível penetrar nos grandes mistérios da Cabala
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