Principais ritos maçônicos e seus graus máximos

Na Maçonaria, cada rito maçônico possui uma estrutura própria de graus. 

Alguns param nos três graus simbólicos, enquanto outros desenvolvem graus filosóficos que se estendem até números mais elevados. 

Veja os principais ritos e seus graus máximos:

Principais ritos maçônicos e seus graus máximos

Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA)

  • Grau máximo: 33º grau
    É o rito mais difundido no mundo e também muito comum no Brasil.
    Os três primeiros graus são simbólicos (Aprendiz, Companheiro e Mestre), e os demais são filosóficos até o 33º — Soberano Grande Inspetor Geral.


  • Rito de York

  • Grau máximo: varia por corpo, não segue uma numeração contínua como o REAA.
    Seus graus se dividem em três ordens principais:

    • Arco Real

    • Crípticos

    • Ordens de Cavalaria, sendo a mais elevada a Ordem dos Cavaleiros Templários.


    • Rito Brasileiro

  • Grau máximo: 33º grau
    Criado no Brasil, possui organização semelhante ao REAA, mas com características próprias e identidade nacional.


  • Rito Moderno (ou Francês)
    Grau máximo: 7º grau
    Estrutura mais enxuta, com forte influência filosófica racionalista.


  • Rito Adonhiramita
    Grau máximo: 33º grau
    Menos difundido que o REAA, mas ainda presente em alguns países, inclusive no Brasil.


  • Rito Schröder
    Grau máximo: 3º grau
    Trabalha apenas os três graus simbólicos tradicionais.


  • Rito de Memphis-Misraim
    Grau máximo: tradicionalmente 95º ou 97º grau
    É um rito esotérico e menos difundido, conhecido pelo grande número de graus.


Observação importante

Embora alguns ritos tenham muitos graus (como 33 ou até 97), isso não significa hierarquia de valor espiritual ou moral entre ritos

Os graus superiores são considerados etapas de aprofundamento filosófico, não de superioridade pessoal.


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