A virtude é considerada a chave para a felicidade, pois permite agir de forma coerente com os valores e princípios, levando à realização plena do potencial humano.
A virtude é dividida em duas categorias: virtudes éticas e virtudes intelectuais.
A virtude é um hábito adquirido ao longo da vida que levam à excelência moral.
Pelo entendimento da Ordem, um maçom precisa para ver a humanidade feliz não é, propriamente, uma questão de possuir algo material, mas de cultivar virtudes e praticar princípios que irradiem do indivíduo para a coletividade.
Na visão filosófica maçônica, a felicidade da humanidade começa no aperfeiçoamento do próprio homem.
Um maçom precisa, antes de tudo, trabalhar a si mesmo.
Precisa lapidar a sua própria pedra bruta — símbolo do caráter ainda imperfeito — transformando-a, pelo estudo, pela reflexão e pela prática do bem, em uma pedra polida capaz de servir à construção de uma sociedade mais justa.
Para que a humanidade seja feliz, o maçom precisa:
Sabedoria, para compreender que a ignorância é raiz de muitos males humanos.
O estudo constante, a busca pelo conhecimento e o respeito à razão permitem que o homem tome decisões mais justas e equilibradas.
Força moral, para resistir às tentações do egoísmo, da intolerância e da injustiça.
Não basta conhecer o bem — é preciso ter coragem para praticá-lo, mesmo quando isso exige sacrifício pessoal.
Beleza de caráter, expressa na prática da fraternidade, da tolerância e da solidariedade.
A humanidade se torna mais feliz quando os homens aprendem a ver no outro não um adversário, mas um irmão.
Além disso, o maçom precisa compreender que a felicidade coletiva não nasce de grandes discursos, mas de pequenas atitudes diárias:
— respeitar as diferenças;
— defender a justiça;
— praticar a caridade;
— educar pelo exemplo;
— promover a paz onde houver discórdia.
A humanidade será mais feliz quando houver homens melhores, e homens melhores surgem quando cada indivíduo aceita a responsabilidade de transformar primeiro a si mesmo.
Assim, para ver a humanidade feliz, um maçom não precisa de riquezas, poder ou reconhecimento.
Precisa de consciência, disciplina moral e compromisso com o bem comum.
Porque, na essência do pensamento maçônico, a felicidade da humanidade começa no coração do homem que decide ser melhor hoje do que foi ontem.
Comentários
Postar um comentário