Virtudes para a felicidade humana

A busca pela felicidade do homem está intrinsecamente ligada às virtudes. Aristóteles, em sua Ética a Nicômaco, destaca que a felicidade é uma atividade da alma conforme a virtude. 










A virtude é a atividade da alma segundo a virtude, culminando na vida contemplativa.

Pelo entendimento da Ordem, um maçom precisa para ver a humanidade feliz não é, propriamente, uma questão de possuir algo material, mas de cultivar virtudes e praticar princípios que irradiem do indivíduo para a coletividade.

Na visão filosófica maçônica, a felicidade da humanidade começa no aperfeiçoamento do próprio homem.

Um maçom precisa, antes de tudo, trabalhar a si mesmo

Precisa lapidar a sua própria pedra bruta — símbolo do caráter ainda imperfeito — transformando-a, pelo estudo, pela reflexão e pela prática do bem, em uma pedra polida capaz de servir à construção de uma sociedade mais justa.

Para que a humanidade seja feliz, o maçom precisa:

Sabedoria, para compreender que a ignorância é raiz de muitos males humanos. 

O estudo constante, a busca pelo conhecimento e o respeito à razão permitem que o homem tome decisões mais justas e equilibradas.

Força moral, para resistir às tentações do egoísmo, da intolerância e da injustiça. 

Não basta conhecer o bem — é preciso ter coragem para praticá-lo, mesmo quando isso exige sacrifício pessoal.

Beleza de caráter, expressa na prática da fraternidade, da tolerância e da solidariedade. 

A humanidade se torna mais feliz quando os homens aprendem a ver no outro não um adversário, mas um irmão.

Além disso, o maçom precisa compreender que a felicidade coletiva não nasce de grandes discursos, mas de pequenas atitudes diárias:
— respeitar as diferenças;
— defender a justiça;
— praticar a caridade;
— educar pelo exemplo;
— promover a paz onde houver discórdia.

A humanidade será mais feliz quando houver homens melhores, e homens melhores surgem quando cada indivíduo aceita a responsabilidade de transformar primeiro a si mesmo.

Assim, para ver a humanidade feliz, um maçom não precisa de riquezas, poder ou reconhecimento.

Precisa de consciência, disciplina moral e compromisso com o bem comum.

Porque, na essência do pensamento maçônico, a felicidade da humanidade começa no coração do homem que decide ser melhor hoje do que foi ontem.

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