15o ANO DA MAÇONARIA: CAVALEIRO DO ORIENTE OU DA ESPADA (RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO)

 

GRAU 15

O décimo quinto ano, conhecido como Cavaleiro do Oriente ou da Espada, marca o início de uma nova e fascinante etapa: os Capítulos Rosacruz (as Logias Vermelhas). 

Atrás ficou a destruição do primeiro Templo de Salomão; agora a narrativa dá um salto histórico e centra-se no cativeiro, na libertação e na corajosa reconstrução.

Nosso blog explica suas principais características:

O Fim do Cativeiro: 
A lenda nos coloca décadas após a queda de Jerusalém, com o povo vivendo em cativeiro na Babilônia por 70 anos. Zorobabel, um príncipe corajoso e justo, apresenta-se perante o Rei Ciro da Pérsia para pedir a libertação do seu povo e a permissão para voltar para reconstruir o Segundo Templo.

A espada e a lã: 
O símbolo por excelência deste grau é o maçom trabalhando com a lisa (ferramenta de pedreiro) em uma mão e segurando uma espada na outra. Isso ensina uma dupla lição: devemos trabalhar arduamente para construir a virtude e o progresso, mas estar sempre prontos e armados de coragem para defender essa obra contra aqueles que tentam destruí-la.

A Luta pela Liberdade: 
Este grau é um profundo chamado à liberdade em todas as suas formas (física, intelectual e espiritual). Lembra-nos que o cativeiro nem sempre é uma prisão de muros; muitas vezes somos prisioneiros dos nossos próprios medos, da ignorância, dos dogmas ou dos vícios, e é nosso dever lutar para nos libertar.

O Paso da Ponte: 
Na lenda, durante sua viagem de volta a Jerusalém, os construtores libertados devem cruzar uma ponte sobre o rio Eufrates, enfrentando inimigos que tentam detê-los. 
Isso simboliza a perseverança, a coragem e as provas que invariavelmente devemos superar quando decidimos seguir um caminho justo.

A Prova da Integridade: 
Antes de lhe conceder a liberdade, o Rei Ciro submete Zorobabel a diversos testes para comprovar a sua firmeza. O grau exalta a fidelidade inabalável às promessas e aos próprios princípios morais, demonstrando que a verdadeira nobreza não se vende nem se rende ao poder.

Em resumo, o décimo quinto ano nos ensina que a reconstrução moral e social requer tanto trabalho construtivo quanto coragem. 

Convida-nos a sermos guerreiros pacíficos, dispostos a empunhar a espada da razão e da verdade para defender a liberdade, enquanto construímos incansavelmente um mundo melhor. 

Comentários