A ABELHA NA MAÇONARIA

 

A propósito do Dia Mundial das Abelhas, compartilhamos um símbolo maçônico importante, raramente estudado.

Entre os símbolos maçônicos 
temos a colmeia. 


A Loja Maçônica se assemelha a uma colmeia de abelhas onde todos os membros trabalham com paixão pelo bem comum.

A abelha é um inseto nobre, trabalhador duro, organizado e incansável, que não trabalha para si mesma, mas para o enxame. 

A abelha protege a rainha, rejeita os inimigos, constrói e gera o mel, e vive em uma sociedade ordenada. 


Nesse sentido, os homens devem trabalhar como as abelhas, como uma unidade para alcançar grandes objetivos, então cada um deve fazer a sua parte, tomar com orgulho seus trabalhos e trabalhar de forma cooperativa e alcançar os objetivos.

Almas são como abelhas que viajam pela vida colhendo o pólen da sabedoria nos diversos eventos e experiências da vida, extraindo o néctar espiritual de cada ação, cada alegria, cada sofrimento, e levando-o para a grande colmeia da experiência (a alma do homem).

A abelha é símbolo de virtude, simboliza obediência, trabalho em equipe, união e constância, virtudes do maçom. 

Todo maçom como a abelha, deve estar sempre trabalhando para seu aperfeiçoamento pessoal e, acima de tudo, para o progresso da humanidade, por isso é laborioso, previsor, vigilante, disciplinado, ativo, constante no aperfeiçoamento e bem-estar da Sociedade e da Sociedade.


Um Maçom é metaforicamente um operário, um pedreiro que constrói uma obra numa obra individual contida em uma obra coletiva, este sistema construtivo e fraterno de trabalho dos Maçons, simboliza-se com a colmeia constituída por um enxame de abelhas solidárias, laboriosas e organizadas em diferentes atividades e funções.

A colmeia ensina-nos que, tendo nascido como seres racionais e inteligentes, também devemos ser trabalhadores, e não permanecer ociosos nem olhar com indiferença para os nossos semelhantes.

Uma loja maçônica assemelha-se a uma colmeia de abelhas onde todos os seus membros trabalham para o bem comum. 

Maçonaria não é para almas indiferentes nem mentes estreitas, mas para aquelas que conseguem compreender a missão e o sublime apostolado.


Finalmente um antigo filósofo disse uma vez, que a abelha extrai o mel do pólen da flor, enquanto a aranha, da mesma fonte extrai o veneno. 

A grande questão então é: 
somos abelhas ou aranhas?



Romário Daniel Velasco Anjo.

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