GRAU 26 REAA

 

26o ANO DA MAÇONARIA: 
PRÍNCIPE DE MERCED OU ESCOCÊS TRINITÁRIO (REAA)

O vigésimo sexto ano, conhecido como Príncipe da Mercê ou Escocês Trinitário, continua a mergulhar nas profundezas dos Graus Filosóficos (Logias Negras). 

Este grau marca um ponto de elevada espiritualidade, centrando sua filosofia na compaixão absoluta e na evolução do pensamento moral humano através do tempo. 

Aqui o blog explica suas principais características:

O triunfo da Misericórdia: 
A palavra "Merced" significa graça, perdão ou misericórdia. O grau ensina que, embora a justiça estrita seja indispensável para a ordem social, a virtude máxima de um ser humano evoluído é a capacidade de perdoar e mostrar verdadeira compaixão pelos erros alheios.

O Enigma da Trindade: 
Seu título de "Trinitário" não se limita a um conceito religioso específico, mas explora a profunda presença do número três (a Tríade ou Trindade) em todas as grandes religiões e filosofias da antiguidade (como na Índia, Egito e Cristianismo). 
Representa a harmonia, a criação e o equilíbrio perfeito do universo.

As Três Grandes Alianças: 
O grau alegoriza as três etapas da evolução moral da humanidade: a Lei Natural (a consciência humana primitiva), a Lei Escrita (como os mandamentos, baseada no dever, ordem e punição) e, finalmente, a Lei da Graça ou do Amor (onde o bem é feito puramente por amor à humanidade e não por medo).

O Sacrifício do Ego: 
Ser um "Príncipe da Mercê" significa estar disposto a sacrificar o egoísmo, o orgulho e as vantagens pessoais para trazer alívio aos que sofrem. 
Representa a coroação da filantropia e do altruísmo maçônico.

A Tolerância Universal
Ao estudar como diferentes culturas procuraram a divindade através de símbolos semelhantes ao longo da história, o maçom entende que a Verdade essencial é uma só, embora os homens lhe dêem nomes diferentes. 
Isso inculca respeito absoluto e tolerância inabalável por todas as crenças sinceras.

Em resumo, 
o vigésimo sexto ano é uma bela exaltação do amor fraterno e do perdão. 
Ensina-nos que a verdadeira grandeza espiritual não se alcança julgando e condenando, mas compreendendo, tolerando e estendendo sempre uma mão cheia de misericórdia a todos os nossos semelhantes.

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