GRAU 27 REAA

27o ANO DA MAÇONARIA

SOBERANO COMENDADOR DO TEMPLO 
(RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITADO)

O vigésimo sétimo ano, conhecido como soberano Comendador do Templo (ou Cavaleiro Comendador do Templo), retoma com grande força o espírito cavalheiresco dentro da série dos Graus Filosóficos. 

Nesta fase, a maçonaria funde a história das antigas ordens de cavalaria com uma profunda lição sobre autoridade interior e defesa da liberdade humana. 

Aqui o blog explica suas principais características:

O Templo da Humanidade: 
Diferente dos primeiros graus onde se construía o Templo de Salomão material, aqui o "Templo" representa a própria sociedade e a ordem moral do mundo. 
O Comendador assume a enorme responsabilidade de proteger, organizar e dirigir este templo espiritual para que reine a paz e a justiça.

O Espírito da Cavalaria: 
Este grau bebe historicamente das ordens de monges guerreiros medievais (como os Cavaleiros Teutônicos ou os Templários). 
No entanto, a espada do maçom moderno não é de aço, mas da razão; sua missão é combater a tirania, a ignorância e a opressão em todas as suas formas.

Liberdade de Consciência: 
Um dos ensinamentos filosóficos mais vitais deste grau é a defesa intransigente do direito de pensar livremente. 
O soberano Comendador não aceita que nenhuma autoridade terrena ou espiritual dite ou acorrente as crenças individuais do ser humano.

Disciplina e autodominio: 
Para poder comandar os outros, primeiro é preciso aprender a obedecer e a governar a si mesmo. 
O grau exige uma disciplina moral rigorosa, ensinando que o pior tirano que o ser humano enfrenta geralmente é seu próprio ego, suas paixões descontroladas e seus preconceitos.

A Verdadeira Autoridade: 
O título de "Soberano Comendador" ensina que a autoridade legítima não provém da força, do berço ou da imposição, mas do mérito pessoal, da sabedoria, da integridade impecável e da capacidade de servir os outros com equidade.

Resumindo, 
o vigésimo sétimo ano é uma escola de liderança ética superior. 
Ensina-nos que para sermos verdadeiros comandantes na vida e protetores dos direitos humanos, devemos armar-nos com a coragem de um cavaleiro clássico, manter uma mente livre de dogmas e governar sempre sob o estrito império da justiça e virtude. 

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