Falar da morte é algo não agradável para muitos, mais o nosso medo reside precisamente na incompreensão dela.
É algo tão natural quanto nascer, é o que permite o verdadeiro ciclo da vida, que nossos filhos tenham a oportunidade de se realizar neste lindo planeta chamado terra.
A morte é uma forma de reencontro com a nossa verdadeira essência, é o caminho de volta para a união com o todo em uma linda dança de átomos que permeará tudo o que estiver ao seu alcance.
Nós apenas tememos porque a desconhecemos.
O medo da criança do escuro desaparece quando as luzes se acendem.
O medo da noite desaparece quando o dia chega.
O medo do desconhecido desaparece quando chega a compreensão dos mistérios.
O que é conhecido como morte para o Mestre Maçom, é apenas um passo de transição e transformação do seu próprio caráter, é a morte do velho e o nascimento do novo homem, a morte simbólica do vício e a ignorância para fazer nascer nele o verdadeiro Mestre, e quando entregares o veículo que habitas, permanecerás vivo na memória, eternamente entre nós, pelos atos, pelos exemplo e pela imensa bondade que terás derramado sobre todos, e servirás de guia, conduzindo aqueles que inspiraste pela imensa escada da plenitude.
Vivemos integralmente na plenitude do vosso ser e preparem-se maçonicamente para o grande reencontro.
Trabalhemos com o entusiasmo de quem vai viver eternamente e com a pressa de quem tem que ir embora agora mesmo.
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