Muito antes de ser relacionado com o satanismo moderno, o pentagrama já era usado por diferentes civilizações antigas como símbolo espiritual, filosófico e protetor.
Sua presença foi encontrada na Mesopotâmia, Grécia, Egito e até nas tradições posteriores do Ocidente.
Ao longo da história, o seu significado mudou dependendo da cultura e da época que o interpretava.
Durante a Idade Média, alguns setores do cristianismo associaram o pentagrama às cinco feridas de Cristo.
Mais tarde, diferentes correntes esotéricas e neopagãs reinterpretaram-no como representação dos quatro elementos — terra, água, ar e fogo — dominados pelo espírito, simbolizado na ponta superior.
Por esta razão, durante séculos o pentagrama não foi considerado um símbolo “maligno”, mas uma representação do equilíbrio entre o mundo material e o espiritual.
Mas então surge uma pergunta importante:
Como esse antigo símbolo de proteção e espiritualidade passou a se tornar uma das imagens mais associadas ao satanismo moderno?
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