A Maçonaria sempre esteve cercada por mitos, muitos deles alimentados pelo desconhecimento, pelo preconceito ou pela imaginação popular.
Entretanto, quando se analisam os fatos históricos, seus princípios e sua atuação ao longo dos séculos, as evidências prevalecem sobre as lendas.
Alguns exemplos ilustram essa diferença:
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Mito: A Maçonaria é uma religião.
Evidência: A Maçonaria não substitui nenhuma religião. Ela exige que seus membros professem a crença em um Ser Supremo, mas respeita todas as religiões e não administra sacramentos nem promete salvação. -
Mito: A Maçonaria busca dominar governos ou controlar o mundo.
Evidência: As Lojas Maçônicas reúnem homens de diferentes posições políticas, incentivando a liberdade de consciência e o respeito às leis de cada país. Não existe uma direção mundial que controle governos. -
Mito: Os segredos maçônicos escondem intenções obscuras.
Evidência: Os chamados "segredos" referem-se principalmente aos modos de reconhecimento entre maçons e ao simbolismo iniciático. Seus princípios éticos — liberdade, igualdade, fraternidade, justiça e aperfeiçoamento moral — são públicos. -
Mito: A Maçonaria beneficia apenas seus membros.
Evidência: Historicamente, muitas Lojas apoiam ações filantrópicas, educacionais e de assistência social, procurando contribuir para o bem comum.
Para o maçom, vencer os mitos não significa entrar em polêmicas, mas viver de modo coerente com os ensinamentos da Ordem.
A melhor resposta às acusações infundadas é a prática da virtude, da honestidade e da fraternidade.
Assim, as evidências não se impõem pela força das palavras, mas pela força do exemplo.
Quando o comportamento do maçom reflete os ideais que professa, os mitos perdem espaço, e a verdade se torna visível por meio das obras.
A verdadeira defesa da Maçonaria é a vida reta de seus membros, pois o caráter é a evidência mais convincente que pode existir.
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