"Os símbolos não são nada sem os homens que os seguram. Dá-lhes significado. "
A maioria dos homens passa a vida a olhar para símbolos.
Alguns aprendem o que representam.
Ainda menos aprendem a ver através deles.
Alguns aprendem o que representam.
Ainda menos aprendem a ver através deles.
A Praça não é moralidade.
As bússolas não são contenção.
O nível não é igualdade.
O Ashlar Bruto não é auto-aperfeiçoamento.
São apenas lembretes.
Janelas.
Ponteiros para verdades que não podem ser totalmente ditas, apenas experimentadas.
As bússolas não são contenção.
O nível não é igualdade.
O Ashlar Bruto não é auto-aperfeiçoamento.
São apenas lembretes.
Janelas.
Ponteiros para verdades que não podem ser totalmente ditas, apenas experimentadas.
O despertar começa quando um homem percebe que os símbolos em si não são o destino.
São postes de sinalização apontando para algo mais profundo.
Uma pedra nunca é apenas uma pedra.
Um ângulo nunca é apenas um ângulo.
Um ângulo nunca é apenas um ângulo.
Geometria nunca é apenas matemática.
Os antigos entendiam que os padrões se repetem em todos os níveis de existência.
Os antigos entendiam que os padrões se repetem em todos os níveis de existência.
Os mesmos princípios encontrados na arquitetura podem ser encontrados na natureza.
As mesmas verdades escondidas dentro da geometria sagrada podem ser encontradas dentro da alma humana.
Como acima, tão abaixo.
Um símbolo só se torna poderoso quando transforma o homem que o contempla.
Sem essa transformação, é apenas metal, pedra, tinta ou ritual.
Com essa transformação,
todo objeto se torna professor.
Todo desafio se torna uma iniciação.
Toda interação se torna uma lição.
Toda interação se torna uma lição.
Cada momento se torna uma oportunidade para descobrir a Verdade.
É por isso que dois homens podem ficar diante do mesmo símbolo e ver coisas completamente diferentes.
Alguém vê um emblema.
O outro vê um universo.
O outro vê um universo.
E essa percepção leva a um profundo entendimento:
Não é segredo...
É O Segredo!
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