TEOLOGIA & MAÇONARIA


A teologia da Maçonaria é um tema que exige uma distinção importante: 
a Maçonaria não possui uma teologia própria, 
como ocorre nas religiões. 

Ela não estabelece dogmas sobre Deus, nem define uma doutrina de salvação, revelação ou culto.

Na tradição maçônica

O princípio central é a crença em um Ser Supremo, denominado Grande Arquiteto do Universo (GADU), um símbolo que permite a convivência de homens de diferentes crenças religiosas.

Cada maçom 
é livre para compreender Deus 
conforme sua própria fé. 

A Ordem não substitui nem concorre com qualquer religião.
A espiritualidade maçônica é construída sobre valores universais, como a verdade, a justiça, a fraternidade, a liberdade, a caridade e o aperfeiçoamento moral.

Os símbolos, alegorias e rituais 
conduzem o iniciado à reflexão 
sobre sua relação com Deus, 
consigo mesmo, 
com o próximo e com o universo.

Sob uma perspectiva filosófica, pode-se dizer que a "teologia" maçônica é uma teologia simbólica: em vez de impor respostas, ela propõe perguntas e convida cada iniciado a buscar a verdade por meio da razão, da consciência e da experiência espiritual.

Assim, a Maçonaria ensina 
que o verdadeiro templo é edificado no interior do ser humano. 

O Grande Arquiteto do Universo inspira essa construção, mas a responsabilidade de lapidar a "pedra bruta" pertence a cada maçom.

Essa visão torna a Maçonaria uma escola de aperfeiçoamento moral e espiritual, aberta a homens de diferentes tradições religiosas unidos pelo respeito mútuo e pela busca da Verdade.

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