Há homens que levantam
monumentos de pedra.
E há outros que edificam templos na consciência da humanidade.
William Preston pertencia a estes últimos.
Compreendeu que o verdadeiro ritual não é uma sucessão de palavras ou gestos.
Compreendeu que o verdadeiro ritual não é uma sucessão de palavras ou gestos.
É uma linguagem sagrada capaz de despertar aquilo que dorme dentro do ser humano.
Cada símbolo é uma chave.
Cada grau, uma porta.
Cada passo consciente, uma morte do velho e o nascimento de um construtor de si mesmo.
Cada grau, uma porta.
Cada passo consciente, uma morte do velho e o nascimento de um construtor de si mesmo.
O profano contempla o esquadrão e o compasso como instrumentos simples.
O iniciado descobre que
o esquadro retifica seus atos e
o compasso delimita o
universo do seu espírito.
Suas colunas não se erguem em Jerusalém, mas no coração daquele que busca a Luz com humildade e perseverança.
A pedra bruta não é transformada pela força do martelo, mas pela constância do trabalho silencioso.
Porque a Luz não se entrega.
Conquista-se.
E quando o silêncio fala mais do que palavras, quando o símbolo revela mais do que os livros e quando a alma reconhece sua origem eterna... o maçom entende que o Grande Arquiteto nunca esteve fora dele.
Sempre esperou por trás do véu da sua própria consciência.
A autêntica iniciação começa
no dia em que você descobre
que o Templo é você.
E agora diz-me... Em que parte do seu Templo Interior você ainda encontra uma pedra que ainda espera ser esculpida?
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