GRANDE ORIENTE DO MÉXICO

 O termo "Grande Oriente do México" refere-se ao universo da Maçonaria no México, embora a estrutura daquela nação se organize historicamente de forma um pouco diferente do Brasil.

Enquanto no mercado maçônico brasileiro é muito comum o uso do título "Grande Oriente" (como o Grande Oriente do Brasil), o território mexicano é majoritariamente composto e dividido por Grandes Lojas Estaduais.

Abaixo está o panorama de como essa estrutura funciona no país:
A Organização Maçônica Mexicana
  • Confederação de Grandes Lojas: A vertente principal e regular da Maçonaria Simbólica mexicana está agrupada sob a Confederación de Grandes Logias Regulares de los Estados Unidos Mexicanos. Cada estado do México possui a sua própria Grande Loja autônoma (por exemplo, a Gran Logia de la Ciudad de México ou a Gran Logia del Estado de Quintana Roo). 
  • Rito Nacional Mexicano: Diferente de outros países, o México criou o seu próprio rito em 1834. O Rito Nacional Mexicano teve um papel histórico crucial na política e na independência do país, sendo o rito no qual o famoso presidente Benito Juárez foi iniciado. 
  • Ritos Tradicionais: O país também abriga corpos muito fortes do Rito Escocês Antigo e Aceito (gerido pelos Supremos Conselhos para os graus filosóficos) e do Rito de York (como a York Grand Lodge of Mexico). 
Contexto Histórico
A Maçonaria no México remonta ao início do século XIX e esteve profundamente entrelaçada com a história política do país. 
Durante as primeiras décadas da república, as disputas políticas ocorriam dentro dos próprios templos maçônicos: os liberais e reformistas concentravam-se no Rito de York, enquanto os conservadores organizavam-se no Rito Escocês. Grandes líderes e presidentes do país — como Porfirio Díaz, Lázaro Cárdenas e Francisco I. Madero — foram membros ativos da ordem. 

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