Juízo de valores na Maçonaria
Na perspectiva maçônica, juízo de valor é a capacidade de avaliar pessoas, atitudes e acontecimentos à luz de princípios éticos, sem permitir que preconceitos, paixões ou interesses pessoais determinem o julgamento.A Maçonaria procura formar o homem para pensar antes de julgar.
O maçom é convidado a distinguir entre:
fato e opinião;
verdade e aparência;
justiça e vingança;
crítica e condenação;
autoridade e autoritarismo;
liberdade e permissividade.
O verdadeiro juízo de valor não pergunta apenas: “Quem está certo?”.
Pergunta também: “Quais princípios estão envolvidos? Quais são as consequências da minha decisão? Estou sendo justo comigo mesmo e com o outro?”
O ensinamento simbólico
O Esquadro pode representar a retidão da conduta;
o Nível, a igualdade essencial entre os homens;
e o Prumo, a necessidade de manter a verticalidade moral.
Assim, antes de julgar o outro, o maçom deve aplicar esses instrumentos simbolicamente sobre si mesmo.
A Maçonaria não exige que o homem abandone suas convicções. Ela o estimula a submeter suas convicções à razão, à consciência e à ética.
Por isso, o juízo de valor maçônico deveria ser menos uma sentença contra o outro e mais um exercício de discernimento, equilíbrio e responsabilidade.
Em última análise, o maior juízo de valor que o maçom pode fazer é sobre a própria construção:
Assim, antes de julgar o outro, o maçom deve aplicar esses instrumentos simbolicamente sobre si mesmo.
“Quem aprende a julgar a si próprio com honestidade torna-se mais capaz de julgar os acontecimentos com justiça.”
A Maçonaria não exige que o homem abandone suas convicções. Ela o estimula a submeter suas convicções à razão, à consciência e à ética.
Por isso, o juízo de valor maçônico deveria ser menos uma sentença contra o outro e mais um exercício de discernimento, equilíbrio e responsabilidade.
Em última análise, o maior juízo de valor que o maçom pode fazer é sobre a própria construção:
Estou me tornando um homem melhor,
ou apenas aprendendo
a parecer um homem melhor?
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