A Maçonaria não possui um dogma oficial ou unificado sobre o conceito de "geração mais estúpida da história", mas a reflexão maçônica e de seus membros enxerga a superficialidade, o imediatismo e a perda do pensamento crítico como reflexos de uma crise moral, filosófica e educacional da sociedade moderna.
Como a reflexão maçônica enxerga esse cenário
- O culto ao atalho e à superficialidade: Críticos e pensadores ligados ao meio maçônico apontam que a cultura contemporânea institucionalizou o "atalho", onde o esforço intelectual profundo é substituído por respostas prontas, vieses cognitivos e facilidades tecnológicas.
- O império do sensacionalismo e da emoção: O modelo de informação em ritmo acelerado (notícias 24/7, redes sociais e algoritmos) substitui a lógica e o questionamento socrático pelo drama, pelo medo e pela reação imediata. Isso gera uma sociedade ansiosa, distraída e incapaz de lidar com nuances.
- A resistência ao argumento: A proliferação da ignorância ou da teimosia intelectual ("a estupidez que não aceita argumentos") é vista como um dos maiores perigos ao desenvolvimento humano e à harmonia social.
O papel tradicional da Maçonaria
Historicamente, a Maçonaria se posiciona de forma oposta a esse cenário ao valorizar:
- A instrução e o livre-pensamento: O estudo das ciências, das artes, da filosofia e o aperfeiçoamento moral contínuo (symbolizado na "lapidação da pedra bruta").
- O método socrático e a discrição: Em contraponto ao ruído das redes e do sensacionalismo, a ordem propõe o diálogo reflexivo, a tolerância e o uso da razão.

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