Na passagem do tempo sagrado, há dias em que o calendário deixa de ser uma simples contagem de dias e passa a ser uma expressão do símbolo.
Neste post contemplamos uma coincidência que, longe de ser coincidência, convida à reflexão espiritual.
O número treze, associado à transformação e à transição para novos estados de consciência, junta dois, uma representação eterna da dualidade que guarda a entrada do Templo:
equilíbrio entre opostos, encontro entre colunas, correspondência entre dever e virtude.
Quando multiplicados, ambos nos levam a vinte e seis, número que marca o ano em que vivemos.
Assim, a aritmética torna-se ensinamento e o tempo aparece como um Mestre silencioso, lembrando-nos que toda obra atinge a sua plenitude quando cada elemento ocupa o seu lugar na harmonia universal.
A ordem dos fatores pode ser invertida,
mas o resultado permanece inalterado.
Da mesma forma, os homens e as circunstâncias podem variar, mas a essência da Irmandade e o propósito de perfeição permanecem firmes, guiados pela Luz.
Que esta data nos motive a reafirmar nossos compromissos, a lapidar nossa pedra interior e a compreender que nada é fortuito quando caminhamos sob a proteção do Grande Arquiteto do Universo.
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