A ENERGIA DO AMOR PRÓPRIO

 

A raiz invisível de tudo o que você busca!
Existe uma pergunta silenciosa que move quase todas as nossas escolhas:
“Será que eu sou suficiente?”
Ela aparece quando você espera aprovação dos pais.
Quando se molda para caber num relacionamento.
Quando busca reconhecimento.
Quando tenta provar valor através do que faz, do que tem, do que entrega.
Mas aqui está a verdade que poucos têm coragem de encarar:
O que você busca fora…
é um reflexo do que ainda não consolidou dentro.

Você pode chamar de amor dos pais.
Pode chamar de amor romântico.
Pode chamar de amor universal, amor divino, amor do mundo.
Mas tudo começa — e sempre volta — ao amor próprio.

Amor próprio é energia de origem
Não é frase bonita.
Não é autoestima artificial.
Não é repetir “eu me amo” no espelho enquanto, por dentro, você se abandona.
Amor próprio é frequência.
É o estado interno em que você deixa de se tratar como inimigo.
É quando para de se punir por errar.
É quando não negocia sua dignidade para não ficar sozinha.
É quando entende que ser escolhida começa por escolher a si mesma.

Energeticamente, é como alinhar a raiz da árvore.
Se a raiz está fraca, você implora por chuva.
Se a raiz está forte, você sustenta qualquer estação.
O amor dos pais...
Muitos ainda vivem tentando, inconscientemente, ouvir:
“Eu me orgulho de você.”
“Você é suficiente.”
“Eu te vejo.”
Mas enquanto você não se vê,
nenhuma validação externa preenche.
O amor próprio não apaga a história.
Mas impede que você continue vivendo tentando consertá-la.

O amor romântico...
Você não atrai o amor que deseja.
Você tolera o amor que acredita merecer.
Se, internamente, você se abandona,
aceitará migalhas.
Se, internamente, você se invalida,
aceitará ser invalidada.
Quando o amor próprio se fortalece, algo muda sutilmente:
você não precisa mais convencer ninguém a ficar.
Quem vibra no mesmo nível, permanece.

O amor universal...
Muitos buscam conexão espiritual, expansão, frequência elevada.
Mas como sustentar amor universal
se você ainda se rejeita nos seus próprios pensamentos?
O amor começa no micro para expandir no macro.
Você é o primeiro território que precisa ser habitado com presença.

A grande virada energética...
Quando o amor próprio desperta:
• a culpa diminui
• a ansiedade reduz
• os limites ficam claros
• as decisões ficam mais conscientes
• a escassez emocional enfraquece
Porque você deixa de buscar no outro
o que nasceu para florescer em você.
E talvez a parte mais impactante seja essa:
Enquanto você busca amor fora para se sentir inteira,
você entrega seu poder.
Quando você constrói amor dentro,
você compartilha — não implora.
Amor próprio não é egoísmo.
É maturidade energética.
É entender que ninguém pode te dar
aquilo que você insiste em negar a si mesma.

Hoje, antes de dormir, se pergunte:
Se eu realmente me amasse…
o que eu pararia de aceitar?
o que eu começaria a fazer?
quem eu deixaria de tentar impressionar?
Tudo começa no amor próprio.
O resto é consequência vibracional.
"Ama-se primeiro.
O resto se alinha."

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