Envelhecer não é para os fracos ...

 É preciso coragem para olhar no espelho e reconhecer que a juventude se foi, mas junto com ela, partiram também a pressa, a insegurança e a obsessão por agradar. 

Você aprende a caminhar mais devagar, sim, mas com passos mais firmes.


Aprenda a dizer “adeus” sem medo e a valorizar com alma quem escolhe ficar. 

Envelhecer é uma arte silenciosa: é deixar ir o que pesa, é aceitar o que é, é descobrir que a verdadeira beleza nunca morou na pele. 

Mas, nas histórias que carregamos no peito, nos olhos e na memória.

Aprenda a se preservar. 

A falar pouco ou quase nada. 

Aprenda que coisas do coração são coisas sagradas, e só devem ser ditas a quem vai ouvi-las com carinho e ficar feliz junto contigo. 

Alguém que, ao ouvir que algo te incomoda, vai torcer muito para que isso passe, e que você supere. 

Essa é a mais pura verdade. Se a juventude é um presente da natureza, a velhice é uma obra de arte de resistência.

Dizem que o corpo começa a "entregar o jogo", mas a real é que a gente vira um atleta de obstáculos cotidianos. 

É precisar de estratégia para levantar do sofá, ter uma farmácia particular na gaveta e descobrir que "dar um jeito nas costas" é um evento canônico que pode durar semanas.

Mas ó, tem o outro lado da moeda que exige uma coragem que o jovem ainda não tem:

  • A paciência de Jó: Você para de lutar contra coisas que não pode mudar.

  • O filtro zero: A liberdade de dizer o que pensa sem se importar tanto com a aprovação alheia.

  • A curadoria de energia: Você não gasta mais "combustível" com gente ou situações que não valem a pena.

Envelhecer exige um humor refinado para não levar os estalos das articulações tão a sério. 

É, como dizem, trocar a velocidade pela direção.

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