MAÇONARIA: A BUSCA PELA LUZ E O PESO DA VERDADE

 

A Maçonaria não é um refúgio para quem busca respostas prontas, mas um laboratório para quem tem coragem de fazer perguntas.

Ela não substitui a sua crença; ela testa a qualidade do metal de que sua alma é feita.

Como maçom, nosso promisso não é com o silêncio complacente, mas com a palavra que liberta e o braço que ampara.
Honramos a sua busca pelo sagrado e o altar que você escolheu.

Respeitamos o rito que traz paz ap espírito.

Contudo, a tolerância não é um cheque em branco.

Ela encontra seu fim onde começa a opressão:
O Limite do Fanatismo

Respeito a devoção, mas combato o fervor cego que transforma irmãos em inimigos e a oração em grito de guerra.
O Limite da Manipulação

Respeito o guia espiritual, mas denuncio o mercador da fé que vende milagres enquanto compra consciências, transformando a esperança em mercadoria.

O Limite da Razão

Respeito o dogma como tradição, mas nunca como barreira para a ciência. Uma fé que teme a inteligência é uma fé que aprisiona, e a Maçonaria só reconhece homens livres.

O Canteiro de Obras Permanente
​Ser maçom é portar o cinzel e o maço contra os vícios que corroem o tecido social. Nossa luta é constante contra:

O Preconceito: A venda que impede o homem de enxergar seu semelhante.

A Injustiça: O veneno que desestabiliza as colunas da sociedade.

A Hipocrisia: O falso brilho de quem prega a virtude, mas pratica a torpeza.

A Inércia: O conforto de quem aceita o mundo como ele é, sem lutar pelo que ele pode ser.
Buscar a Verdade que não se esconde em templos fechados, mas que resplandece na ética, no trabalho honesto e na fraternidade sem fronteiras.

A espiritualidade maçônica é o progresso humano em marcha, iluminado pela razão e aquecido pelo amor fraternal.
"É preferível caminhar sozinho em busca da luz do que seguir uma multidão que corre em direção ao abismo da ignorância."
O nosso ideal é claro:
desbastar as arestas do ego para que a harmonia do Grande Arquiteto do Universo se manifeste em cada gesto de justiça e liberdade.
Até que ponto sua consciência é sua, e onde ela se torna apenas um eco do que os outros impõem?

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