“Tudo é dual; tudo tem pólos; tudo tem seu par de opostos; semelhantes e diferentes são iguais; os opostos são idênticos na natureza, mas diferentes em grau; os extremos se encontram; todas as verdades são senão meias verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliar. ”
— O Kybalion
O princípio hermético da polaridade nos ensina que os opostos não são inimigos — são a mesma coisa, vista em graus diferentes.
Espírito e matéria não são realidades separadas.
São pólos opostos do mesmo continuum.
Diferentes taxas de vibração em uma escala.
Quente e frio.
Luz e escuridão.
Amor e ódio.
Medo e coragem.
Estas não são contradições.
São gradações.
No pensamento hermético, todos e muitos são um só: a diferença não é a essência, mas o grau de manifestação.
A mesma verdade que a maçonaria ensina simbolicamente: para cima e para baixo, para dentro e para fora, o trabalho interior e exterior.
Quando um alquimista entende a polaridade, algo poderoso acontece.
Pare de se identificar com as emoções como absolutos e comece a vê-las como estados que podem ser ajustados.
Medo não é inimigo, é coragem para vibração menor.
O ódio não é o oposto do amor, é amor distorcido, mal direcionado, não refinado.
E é aqui que isso se torna prático.
Se emoções são uma questão de grau, então auto-dominio é possível.
Não por repressão.
Não por negação.
Mas por transmutação.
Isto é o que a maçonaria chama de trabalhar no ashlar duro.
O princípio da polaridade não está sozinho.
Está ligado diretamente aos princípios que exploramos esta semana.
A Lei de Correspondência nos ensina que o que acontece ao nosso redor reflete o que está acontecendo dentro de nós.
Mude o alinhamento interno, e a experiência exterior continua.
O princípio da vibração explica como essa mudança acontece:
tudo se move, tudo vibra, tudo existe ao longo de um espectro.
O domínio não vem de parar o movimento, mas sim de dirigi-lo.
Quando estes princípios são entendidos juntos
— Mentalismo, Correspondência, Vibração e Polaridade —
o estudante sustenta o que os textos herméticos chamam de ceptro da transmutação: a capacidade de mudar conscientemente o pensamento, a emoção e a ação em vez de ser governado por eles.
Isso se alinha perfeitamente
com a maçonaria.
Eles não nos ensinam a eliminar a escuridão, eles nos ensinam a trazer luz.
Eles não nos ensinam a perfeição, eles nos ensinam o progresso.
Não nos ensinam uniformidade, nos ensinam equilíbrio.
O nível nos lembra que somos iguais.
A rectitude moral Plumb enseña.
A praça governa nossas ações.
E a polaridade nos lembra que cada luta interna é uma oportunidade para se refinar.
Para o maçom e o alquimista igualmente, o domínio não é a dominação sobre os outros, mas o governo de si mesmo.
Como em cima, tão baixo.
Como dentro, tão fora.
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