PRECEITOS
MAÇÔNICOS
Na prática da Justiça, cada Maçom deve fazer seu protesto pacífico.
Na prática da Justiça, cada Maçom deve fazer seu protesto pacífico.
Os preceitos
maçônicos não são frutos do pensamento de grupos. Através dos séculos, dentro
das Lojas, no ambiente de discussão livre e no estudo aprofundado do
comportamento humano e da natureza, a Maçonaria chegou a conclusões básicas.
As
bases são estáveis e definitivas, mas jamais imutáveis.
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
Para que o Maçom possa obedecer aos
Estatutos, Regulamentos, Resoluções, Tradições, etc., faz-se necessário conhecê-los a
fundo. Todas as Potências consagram o 1º
título do seu Código fundamental e constitutivo à definição e proclamação dos
princípios que formam o credo maçônico.
A obediência às Leis é dever de todo
cidadão.
Assim, será
dever de todo Maçom obedecer as Leis do País e as Leis Maçônicas, e zelar para que todos as
obedeçam.
PRINCÍPIO DA IGUALDADE
Constam das
Constituições e Regulamentos Gerais da Ordem. Alheia às
lutas políticas e religiosas, a
Maçonaria defendeu sempre as liberdades humanas e sustenta o princípio da Igualdade perante as leis e em tudo o que
for suscetível de melhoramento, dentro das
variedades apresentadas pela espécie humana. Por
esta razão, ensina aos seus adeptos que, entre eles, não deve haver distinção
de raça, de
berço nem de riqueza.
A felicidade, a
força e a beleza da existência têm, em grande parte, a sua origem no
espírito de Igualdade.
A Maçonaria
reconhece que todos os homens nasceram iguais e as distinções que admite são o
mérito, o
talento, a
sabedoria, a
virtude e o trabalho.
O PRECONCEITO
O
preconceito é a qualidade negativa mais frequente, eis que, sob a escusa de que a tradição
não pode ser violada, surge
o preconceito disfarçado entre
nós, os brasileiros; não havendo porque se cogitar do
preconceito racial, mas há, ainda, o “preconceito social e intelectual”; os melhores
aquinhoados desprezam os menos afortunados.
AMOR FRATERNAL
O princípio básico da Maçonaria é
a Fraternidade, que constitui a ideia filantrópica
desenvolvida pelo estímulo dado para a paz, a
caridade e o amor universal.
A Maçonaria tem uma missão a cumprir: preservar a integridade do
espírito fraterno.
O espírito de fraternidade não é uma ilusão, é a força maior do Universo, é a conexão que assegura que nada se perca, que tudo se transforme para melhor ao longo do tempo.
O espírito de fraternidade não é uma ilusão, é a força maior do Universo, é a conexão que assegura que nada se perca, que tudo se transforme para melhor ao longo do tempo.
O Amor Fraterno que o Maçom deve
praticar, não só
dentro das Lojas, mas, sim, e, principalmente, na vida profana, para exercitar
aquilo que foi aprendido nos nossos templos.
É
fundamentado no Amor
Fraternal, na esperança
de que, com Amor a Deus, à Pátria, à Família e ao próximo, com
Tolerância, Virtude
e Sabedoria, com a
livre investigação da Verdade, com o
progresso do Conhecimento Humano, das
Ciências e das Artes, sob a
tríade Liberdade,
Igualdade e Fraternidade dentro dos princípios da Razão e
da Justiça, o mundo alcance a Felicidade
Geral e a Paz Universal.
PRINCÍPIOS DA RAZÃO
PRINCÍPIOS DA RAZÃO
A Razão é o equilíbrio no pensamento, pois o homem, julgando-se inteligente, não percebe que sua inteligência cria
todos os problemas, enquanto a
Razão, que não é sua, mas sim
presença divina, única capaz
de solucioná-los.
PRINCÍPIOS DA JUSTIÇA
Em Maçonaria, o verdadeiro símbolo da Justiça, consiste “no pé,
firmemente colocado no chão e o corpo ereto”. A Justiça nos ensina a darmos a cada
ser humano o que merecidamente lhe é devido, sem distinção
de nenhuma espécie ou categoria. Por essa
razão, o Maçom deve praticar a justiça continuamente, não se desviando jamais da mínima
parcela. A Justiça
precisa garantir que os culpados cumpram suas penas na cadeia, seja quem for. Esse é um sinal forte que a
sociedade espera para restabelecer a credibilidade de um sistema. É missão da Justiça julgar os que
infringem as leis, punir
e multar os culpados seja quem for. Esse é
um sinal forte que a sociedade espera para manter a credibilidade de um sistema.
PRINCÍPIO CRIADOR
PRINCÍPIO CRIADOR
DEUS.
É o Ser Supremo, admitido em todas as religiões.
É o Ser Supremo, admitido em todas as religiões.
É a Existência Suprema, Superior, Criadora e Indefinível, cujo estudo constitui uma das
bases da Maçonaria e ao qual os Maçons dão a denominação de Grande Arquiteto do Universo.
Vejamos o que recomenda a nossa Sublime
Ordem: “Embora a Maçonaria não seja uma
religião, e proclame a
liberdade de consciência, tem, contudo, uma crença: a
existência de um Princípio
Criador, ao qual denomina Grande Arquiteto do Universo”.
O Poder Criador é a expressão mais correta e apropriadpara
designar o Grande Arquiteto do Universo.
Com estas
palavras é definido o Princípio Criador, segundo
concepção maçônica.
Deus atinge os nossos pensamentos, mesmo que nós não o queiramos.
Deus atinge os nossos pensamentos, mesmo que nós não o queiramos.
Há uma
insistência no sentido de que é o homem quem chama a si, a Deus, quando, justamente o que ocorre é o contrário:
Deus é quem toma todas as iniciativas, até a de vir
a nós. È costume dizer: “Deus ouviu a minha prece”, quando deveríamos dizer: “Eu ouvi a Deus”.
AMOR À PÁTRIA
AMOR À PÁTRIA
Quando se diz Patriotismo, não se deve entender por
patriotada, isto é, demonstrações exibicionistas de
amor pátrio porque, não há
graus de Patriotismo.
Como cidadão, o Maçom tem os seus deveres sagrados a
cumprir para com a Pátria.
Hoje a luta em defesa da Pátria, tem campos diversos dos campos de batalha.
Hoje a luta em defesa da Pátria, tem campos diversos dos campos de batalha.
Há, por exemplo, a luta contra o analfabetismo, a luta contra a corrupção, aos corruptos e corruptores, incluindo os intermediários, a disseminação de esquemas de desvios
de recursos públicos, contra a
subversão que usa métodos de violência para demonstrar desagrado de grupos
perante sistemas políticos, sem qualquer
vantagem para a sociedade, que se
infiltrou em todo o tecido cultural brasileiro, que exigem sacrifícios, às vezes até o extremo. O dinheiro passou a significar tudo, sobrepondo-se a qualquer outro valor.
AMOR À FAMÍLIA
O Maçom não
é um indivíduo isolado, mas sim, um elemento da Família; se casado, a esposa e os filhos farão parte
integrante de si próprio. As
obrigações familiares são levadas em grande conta pela Maçonaria, que deseja seus membros, normalmente situados dentro da família
social; não confunde
a Família Universal, com a
família maçônica ou a família social, com sua
família formada e ligada por laços sanguíneos.
Amar a Deus, à Pátria,
à Família e ao Próximo são
conceitos inerentes do Maçom, mas
cultivar este amor constitui o reflexo de uma vida de dedicação, vida do exercício da prática do bem.
AMOR AO PRÓXIMO
Há dois conceitos que se confundem com
relação ao significado “próximo”.
O “próximo que está adiante de nós”, ou seja, à nossa frente, ao nosso lado, sob a nossa responsabilidade e o “próximo que está em nós”, ou seja, nós próprios.
Quando referimos amar o nosso EU, estamos deixando bem claro que “EU” não pode ser confundido com “ego”.
Quando referimos amar o nosso EU, estamos deixando bem claro que “EU” não pode ser confundido com “ego”.
O “ego” é a parcela externa e superficial a periferia de nossos sentimentos.
“Eu” é a parcela divina, a alma que encerra em si o próprio
Universo.
“TORNAR FELIZ A HUMANIDADE”
ResponderExcluirErich Fromm, psicanalista e escritor alemão de grande importância no século XX, afirmava que o amor se faz por aprendizado, ao contrário daqueles que acreditam que ele “simplesmente acontece”. Para ele, precisamos compreender que, como nas outras “artes”, o amor deve ser aprendido, praticado até chegarmos ao grau da maestria.
Fromm completa que “O amor é uma atividade, e não um afeto passivo; é um "erguimento" e não uma "queda". De modo mais geral, o caráter ativo do amor pode ser descrito afirmando-se que o amor, antes de tudo, consiste em dar e não em receber.”